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29 de Julho | 9h às 10h

Violências contra a mulher:

qual o papel das empresas?

Violências contra a mulher:

qual o papel das empresas?

Em nosso meetup de julho, às vésperas do denominado Agosto Lilás — período em que reforçamos nossa atenção aos desafios do combate à violência contra a mulher —, vamos trazer esse assunto para uma conversa estratégica e focada em soluções.


O tema é urgente: segundo o Instituto Maria da Penha, uma em cada cinco mulheres brasileiras já sofreu violência doméstica.


Muitas vezes, no ambiente corporativo, o impacto desse problema de segurança e saúde é sentido na forma do que pode parecer "desengajamento" por parte das colaboradoras. O Dieese aponta que mulheres nessa situação perdem, em média, 18 dias de trabalho por ano, além de enfrentarem impactos diretos na produtividade e no vínculo com o emprego.


Também chamam a atenção os números de assédio vivenciados por mulheres nas empresas brasileiras. Uma pesquisa da Michael Page mostra que 52% das mulheres no país já sofreram assédio sexual no trabalho, enquanto dados da Vagas.com indicam que 47% já vivenciaram algum tipo de assédio moral.


Além disso, o Ministério Público do Trabalho registrou um aumento de 57% nas denúncias de assédio sexual entre 2021 e 2023, o que reforça a necessidade de empresas e lideranças tratarem o tema com seriedade e responsabilidade.


Nesse cenário, o papel das organizações vai muito além do discurso: a Lei nº 14.457/2022 determina medidas de prevenção e combate ao assédio e a outras formas de violência no ambiente de trabalho, exigindo regras internas de conduta, canais de denúncia e ações de capacitação.

Em nosso meetup de julho, às vésperas do denominado Agosto Lilás — período em que reforçamos nossa atenção aos desafios do combate à violência contra a mulher —, vamos trazer esse assunto para uma conversa estratégica e focada em soluções.


O tema é urgente: segundo o Instituto Maria da Penha, uma em cada cinco mulheres brasileiras já sofreu violência doméstica.


Muitas vezes, no ambiente corporativo, o impacto desse problema de segurança e saúde é sentido na forma do que pode parecer "desengajamento" por parte das colaboradoras. O Dieese aponta que mulheres nessa situação perdem, em média, 18 dias de trabalho por ano, além de enfrentarem impactos diretos na produtividade e no vínculo com o emprego.


Também chamam a atenção os números de assédio vivenciados por mulheres nas empresas brasileiras. Uma pesquisa da Michael Page mostra que 52% das mulheres no país já sofreram assédio sexual no trabalho, enquanto dados da Vagas.com indicam que 47% já vivenciaram algum tipo de assédio moral.


Além disso, o Ministério Público do Trabalho registrou um aumento de 57% nas denúncias de assédio sexual entre 2021 e 2023, o que reforça a necessidade de empresas e lideranças tratarem o tema com seriedade e responsabilidade.


Nesse cenário, o papel das organizações vai muito além do discurso: a Lei nº 14.457/2022 determina medidas de prevenção e combate ao assédio e a outras formas de violência no ambiente de trabalho, exigindo regras internas de conduta, canais de denúncia e ações de capacitação.

Nesse Meetup

Nesse Meetup

Esse é um tema que nos provoca a para refletir sobre o que profissionais de RH, ESG, Compliance, Comunicação, Lideranças podem fazer na prática para prevenir situações de violência, acolher de forma adequada e contribuir para uma cultura organizacional mais ética e humana.

Esse é um tema que nos provoca a para refletir sobre o que profissionais de RH, ESG, Compliance, Comunicação, Lideranças podem fazer na prática para prevenir situações de violência, acolher de forma adequada e contribuir para uma cultura organizacional mais ética e humana.

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